30 de abril de 2008

Dois em um..


E se a bebida for gelada? Esfria a comida mesmo?
Detalhe: que cara de maníaco é essa desse gordinho?! hehe

Jogo da Velha



O design, ou melhor um bom design, está intimamente ligado à sutilezas, à capacidade de surpreender transformando o óbvio, mudando pouco, mas fazendo muito, conhecendo e utilizando todas as possibilidades da materialidade.

É só um jogo da velha, mas é "O" jogo da velha...

Lego? Tetris??

23 de abril de 2008

O Artesanato no Design Brasileiro



O artesanato é uma das formas de expressão que conseguem de uma forma mais aprofundada e representativa caracterizar uma região ou cultura, mesmo sendo, e talvez por isso, despojado de complexos conhecimentos e sistemas técnicos e teóricos que muitas vezes acabam subvertendo a essência, pois o artesanato trabalha de maneira crua - até esteticamente falando - o sentimento, a herança e as raízes absorvidas e transportadas para o produto. Produto que é reconhecido e valorizado justamente por ser prioritariamente uma representação de uma cultura regional.
O artesanato por seu sistema produtivo e característica não-serial gera uma infindável discussão quando analisado paralelamente ao design industrial. Eles se colocam quase que em extremos, mas não são raras as incursões de um ao campo do outro. Ora com o artesanato adquirindo conhecimentos e práticas do design a fim de otimizar sua estrutura, ora com o design absorvendo o artesanal como referencial de produto com raiz, culturalmente estabelecido, com objetivos estético-simbólicos. O problema está quando o designer se utiliza do artesanato como referencial estético sem critérios, como se o artesanal fosse uma “peça pronta” a ser agregada e dessa forma ser obtido um produto com raízes culturais e uma história por trás.
O grande adjetivo do produto artesanal está justamente em seu processo de confecção, pois ao produzir determinada peça, e da forma com que é feita, com as variações e imperfeições com que são geradas, e acima de tudo pelas mãos carregadas de histórias e significados de quem a está fazendo, justamente neste momento os artesãos não estão apenas costurando, moldando, dobrando ou cortando um pedaço de palha, argila, tecido ou renda, e sim, como em um rito, eles estão materializando as características abstratas que carregam consigo.
Esta metáfora com os rituais é mais acentuada quando imaginamos, por exemplo, a cerâmica artesanal que em certo momento da produção, envolve o fogo.
Agora, se o valor do artesanato está em grande parte no envolvimento intimista do autor com a obra, na passagem direta e quase mágica da experiência adquirida para o produto; quando o designer projeta um objeto com características artesanais, para ser produzido por um sistema, geralmente ou em grande parte mecanizado, qual o valor de experiência real que pode ser identificado e sentido no produto final? Talvez porque por mais bem construído e aplicado, a experiência, a bagagem cultural regional e as raízes não foram vividas pelo designer e sim “copiadas” de algum referencial artesanal já produzido. E isso sem contar a perda que há pelo caminho, que passa pelo designer, o sistema produtivo, até chegar ao consumidor.
E não necessariamente estamos falando da questão do manual ou mecanizado, da produção em série ou do “ao acaso”, mas sim desta transferência de cultura, desta materialização de sensações. Por isso quando o design brasileiro busca o artesanato como referencial de produtos com o selo “Made in Brazil”, não deve utilizar o artesanal apenas como um subterfúgio para agregar em um projeto independente e assim torná-lo caracteristicamente brasileiro, pois assim só estará “roubando” uma experiência e subvertendo-a. Para produzir objetos essencialmente brasileiros, é necessário materializar o sentimento, as características e detalhes únicos que nos fazem ser denominados brasileiros, mais que geográfica ou etnicamente. É lógico que não se trata de extinguir o uso de materiais típicos e que agregam grande valor aos produtos, até porque temos uma abundância de materiais excelentes e melhor ainda, sustentáveis, como é o caso das fibras de bananeira, de coco, sisal, entre tantas outros. Mas é preciso utilizá-los com bom senso, tendo o fator artesanal não apenas com finalidade estética, mas como exemplo de transferência de cultura para os produtos.
O melhor exemplo é o das sandálias de borracha Havaianas, que materializaram um sentimento (alegria), um hábito (despojo), enfim, uma experiência nacional e própria, original, sem cópias e chegaram a um produto marcantemente brasileiro. E que faz sucesso internacionalmente. E notem, não é uma sandália de palha feita por artesãos manualmente, sem produção seriada.



10 de abril de 2008

Bem útil...

À primeira vista pode parecer tosco para alguns, mas imagine-se na Indonésia ou no Camboja, não seria útil? Bastaria apontar para os pictogramas de sinalização (que são padronizados universalmente) e voilà!

Bio Design


Torneira com o conceito de Bio Design, trabalhada de forma sutil.

III Feira Brasil Certificado



São eventos como este que contribuem para uma proliferação da consciência ambiental, principalmente para empresários e designers, atores fundamentais da cadeia produtiva.

E com a credibilidade do FSC...

Mais infomações: brasil certificado

4 de abril de 2008

L3I4 COM 4T3NÇ4O:

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3!


P4R4BÉN5!


Fonte: Marcos de Moraes Sarmento

3 de abril de 2008

Logo Globo...




Já pode ser visto na programação da Rede Globo, o novo logo, ou melhor a atualização que o Hans Donner fez, de gosto duvidoso na minha opinião, mas uma coisa é fato: tem a cara do Hans Donner, que adora prateado mais do que qualquer outra coisa...


Apesar da importância e talento, porque não, afinal, chegar numa Rede Globo e ser o manda chuva do design de lá não é pra qualquer um, mas sei lá, não sou muito fã dele...


Pra justificar minha opinião, vejam o famoso relógio que ele criou:



Agora me digam, qual a diferença deste relógio de pulso para aquele reloginho que aparece na Globo pra avisar o início ou fim do horário de verão?

Logo Brastemp

Revitalização da identidade visual da Brastemp, realizada pela Tátil Design (www.tatil.com.br)
Aparentemente aleatória (e bonita no meu ponto de vista), ela é na realidade o resultado de um trabalho de abstração da forma dos eletrodomésticos, geralmente próximos a um cubo, passando para o outline e enfim chegando-se ao belo e inteligente logo...